Letras verdes, garrafais, avisam que ali, em plena passadeira, morreu uma criança, de 11 anos. Na Quinta de Santo António, Marrazes, em Leiria, a indignação é mostrada por quem mora e por quem passa. Todos souberam do acidente. Na terça-feira, eram cerca das 18 horas, quando Bruno Jacinto da Conceição Correia, que vinha da escola e se dirigia para casa, precisou de atravessar a rua. Fazia-o todos os dias. Prestes a completar a travessia, um veículo, que seguia em sentido ascendente, atropelou-o. O embate, conta quem viu, foi de tal forma violento que Bruno foi projectado mais de 20 metros.
O seu estado foi considerado muito grave. Transportado ao Hospital de Leiria, foi transferido para a unidade pediátrica de Coimbra, onde anteontem viria a falecer. O funeral realiza-se hoje, às 16 horas, nos Marrazes, encontrando-se o corpo na casa mortuária da freguesia, até à hora da missa.
Quem passa junto à passadeira, não fica indiferente ao cartaz e à vela, colada, ironicamente, ao sinal que indica a localização de uma passadeira. Um morador deslocou-se de propósito ao local, para ver o que estaria escrito. Conta que o condutor "queria fugir, quando se apercebeu da gravidade da situação", mas que "as pessoas não deixaram". "É triste, muito triste ... uma criança", lamenta. Outra moradora aproxima-se do cartaz. "Tenho muito medo de atravessar neste sítio. Os automóveis pensam que esta rua é uma avenida e aceleram. Não se lembram que existe uma passadeira a meio", afirma, indignada.
O seu estado foi considerado muito grave. Transportado ao Hospital de Leiria, foi transferido para a unidade pediátrica de Coimbra, onde anteontem viria a falecer. O funeral realiza-se hoje, às 16 horas, nos Marrazes, encontrando-se o corpo na casa mortuária da freguesia, até à hora da missa.
Quem passa junto à passadeira, não fica indiferente ao cartaz e à vela, colada, ironicamente, ao sinal que indica a localização de uma passadeira. Um morador deslocou-se de propósito ao local, para ver o que estaria escrito. Conta que o condutor "queria fugir, quando se apercebeu da gravidade da situação", mas que "as pessoas não deixaram". "É triste, muito triste ... uma criança", lamenta. Outra moradora aproxima-se do cartaz. "Tenho muito medo de atravessar neste sítio. Os automóveis pensam que esta rua é uma avenida e aceleram. Não se lembram que existe uma passadeira a meio", afirma, indignada.
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